TOP 3 – Filmes Fofos

Eu adoro qualquer tipo de gênero no cinema! Assisto desde aqueles filmes água-com-açúcar até aqueles a la tarantino! Mas esses tempos tenho descoberto umas séries de filmes drama-romance-comédia, que eu defino como “fofos”, que eu me apaixonei! Além de conter histórias lindas e ótimos atores, são muito bem feitos também! Resolvi fazer um TOP 3 pra indicar pra vocês esses filmes que eu amei de primeira e que vejo que são de atores super populares, mas não são muito reconhecidos por aí! Pra vocês que amam se apaixonar com os personagens, chorar de tanta fofura e ficar feliz, se preparem!

  • A Arte da Conquista

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Quando vi esse filme na locadora com o nome “A arte da conquista” logo pensei que era mais uma dessas comédias românticas sem sal e mal feitas. Até que vi que o filme era feito pelo Freddie Highmore. Sou completamente apaixonada com ele, gente!

O filme conta a história de George, um garoto anti-social que não vê sentido em nada. Pra ele, já que vamos morrer um dia, porque se importar? Enquanto isso, George, no último ano do colégio, passava pela pressão de entrar em alguma universidade e de nunca ter feito nenhuma tarefa na vida! Até quando ele começa a conversar com Sally, uma garota que estuda com ele! E aí o filme desenrola a relação dos dois e como o George se desenvolve a partir dessa relação.

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Fiquei fascinada com esse filme! É um filme totalmente delicado e que trata  lindamente da relação dos dois personagens! Emma Roberts me surpreendeu (tanto que ela aparece em mais um filme desse top 3) e a atuação do Freddie Highmore foi fantástica! Ele consegue fazer esses garotos perturbados melhor do que ninguém e faz você se apaixonar pelo personagem! Roteiro fantástico e a trilha sonora então?? Nem se fale! Vale muito a pena!

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  • Se Enlouquecer Não Se Apaixone

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Mais um filme que também demorei pra assistir por causa da tradução: Se enlouquecer não se apaixone (Qual será o problema desse povo que faz tradução de título??). Mais um filme com a Emma Roberts e mais um filme sobre um garoto meio perturbado! <3

A história é sobre Craig, um garoto perturbado que se interna em uma clínica psiquiatrica na ala adulta, já que a ala dos menores estava fechada. Lá, ele conhece o Bobby, personagem de Zach Galifianakis (outro que adora fazer um papel de doido), que vira o melhor amigo e mentor dele e Noelle, com quem cria uma história linda. E o filme vai se desenrolando nas interações de Craig dentro da clínica nos 5 dias mínimos que foram impostos pra ele ficar lá e nas relações de loucura e “normalidade” dos personagens.

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Confesso que esperava um pouco mais da atuação do personagem principal porém o filme é ótimo! É simples e é fofa demais a maneira que eles retratam os jeitos e as relações dos personagens. Fica o destaque não só para o casal da história, Craig e Noelle mas também para a amizade do Craig com todos os outros internos da clínica. O roteiro mais uma vez arrasa nos diálogos e frases que ensinam muito pra gente! Vale estar no top 3 de filmes fofos!

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  • Moonrise Kingdom

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Esse filme do Wes Anderson é assim como o seu diretor: puro amor! Completamente apaixonante, com uma fotografia perfeita, cores totalmente Wes Anderson e personagens que dá vontade de apertar! Nunca achei que um filme de um amor infantil ia me prender tanto!

Sam é um escoteiro que se sente totalmente deslocado no meio em que vive. Ele conhece Suzy em uma peça de teatro que ela atua e começam a trocar cartas sempre até decidirem fugir juntos! Enquanto todo mundo faz de tudo pra encontrá-los, eles juntos vagam descobrindo novas coisas e como é o primeiro amor! Ah! O filme se passa na década de 60!

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Merecidamente, ele concorreu ao Oscar de melhor roteiro original e é totalmente aclamado pela crítica. Ele faz você pensar que é um filme de sessão da tarde a la ABC do amor, porém surpreende na delicadeza e nas interpretações do casal de atores. É um amor infantil, porém tão diferente que faz você ver o filme de uma forma totalmente nova. Tudo muito lindo e bem feito (Já falei da fotografia maravilhosa, né?).

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Esse foi meu TOP 3 de filmes fofos com personagens perturbados e apaixonantes! Juro que vocês não vão se arrepender de assistir esse filmes! Depois me contem o que acharam, hein?

Música: AM, novo álbum do Arctic Monkeys.

Inaugurando o papo sobre música aqui no blog, venho falar sobre um lançamento dessa semana: o álbum AM do Arctic Monkeys.
Arctic Monkeys é uma banda indie rock da Inglaterra que tá por aí desde 2002! Eles já lançaram 5 álbuns (incluindo esse) e não param de me surpreender. Quem me conhece sabe o quanto adoro eles e acompanho desde o primeiro disco  que lançaram!

Assim que vazou esse álbum novo, fui logo baixar pra ver qual seria a pegada dessa vez. Estava meio decepcionada com os dois últimos álbuns porque estava super ansiosa para o lançamento e quando fui escutar, na maior pilha, acabei não gostando. E não foi só eu, todo mundo caiu em cima, principalmente do terceiro, o Humbug. Apesar de cada álbum dos macacos árticos terem uma pegada diferente, esses dois últimos não surpreenderam. Devido as minhas decepções, fui escutar esse álbum bem crua, sem tentar imaginar o que viria por aí, nem ficar botando muita esperança e no final: me surpreendi e dessa vez de um jeito bom!

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Capa do álbum no mesmo estilo do clipe de Do I Wanna Know!

A primeira faixa é o single já lançado Do i I wanna know. Essa tô elegendo pro meu top 3 já! Apaixonei na batida, no clima e na letra. Ela já inicia todo o clima rock n roll que veremos no álbum todo! Ouça e veja você mesmo:

A segunda é a já conhecida também, R U Mine?. Essa tive o prazer de escutar ao vivo quando eles a apresentaram no Lollapalooza. É tipo aquelas músicas viciantes que você não cansa de ouvir o tempo todo! Ela você também pode escutar aqui:

One for the road: Essa é o ponto alto da participação de Josh Homme (vulgo homem da minha vida), do Queens of the Stone Age na produção do disco. Sou suspeita, adorei.

Arabella é pesada, é rock n roll clássico. Só isso já diz o porque eu amei.

I Want It All: Essa também é rock clássico, mas é a faixa mais simples do álbum, acho que ficou como a minha menos preferida.

No. 1 Party Anthem. Já posso começar dizendo que apaixonei? Mais uma vez sou suspeita, pois tenho um negócio com baladas que nem sei explicar. Mas essa me tocou lá no fundo!

Em Mad Sounds o AM chega com mais uma balada. Melodia linda, o vocal calmo do Alex Turner apaixona qualquer um, mas me deixou um pouco melancólica!

Depois de cair na depressão (coisa que eu amo quanto to escutando música!) em duas faixas, vem Fireside que tá na transição do desânimo para o ânimo! A melodia é uma delícia, mas o vocal ainda me traz uma pegada melancólica, o que combinou demais com a letra.

Why’d You Only Call Me When You’re High é mais um single do álbum. Letra clássica pra quem faz besteira toda vez que toma algumas e achei a música mais indie do álbum! Ela já tem videoclipe e é épico! Dá uma olhada:

Em Snap Out of it, os monkeys trazem uma pegada mais pop rock. Música divertida que dá vontade de acompanhar o ritmo dançando! To com o “Snap out of it” falsete do refrão até agora na cabeça!

Knee Rocks é sombria, o que me lembrou um pouco o novo álbum do Queens of the Stone Age, totalmente explicado mais uma vez pela presença do Homme na produção do AM. Ah! E o Josh Homme também participa dos backing vocals nessa! Amo!

Pra finalizar o álbum vem I wanna be yours. Fecha o álbum lindamente com a letra amor-exagerado e a melodia calma e um pouquinho sombria também. Eu deixo você ser meu aspirador de pó, minha loção hidratante, o que quiser, Alex Turner.

Deu pra perceber que eu amei o ábum né? É isso o que eu mais gosto no Arctic Monkeys, que em cada álbum eles nos trazem um som completamente novo! Todos os álbuns deles são únicos e não ficam presos em um estilo só. Esse álbum achei muito foda, toda a composição das músicas e a participação do lindo do Josh Homme. Álbum muito Rock n Roll, com uma total influência do Queens of The Stone Age (outra banda que eu amo, né?) e vale muito um 10!

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Josh Homme, do Queens of the Stone Age e Alex Turner.
Parceria linda!

Quer baixar? O lançamento oficial dele foi nessa semana mesmo, então é só dar uma procurada pelo mundo dos downloads ilegais que dá pra achar o álbum todinho! Aproveitem ele e me contem o que acharam!!

Paixão do momento: Louis Garrel

O post de hoje é sobre uma pessoa que está fazendo meus dias mais felizes: Louis Garrel!

O charme francês!
O charme francês!

Louis Garrel é um dos meus atores favoritos atualmente. Ele é francês (isso já explica o charme dele) e participou do clássico The Dreamers, que aliás, super indico para todo mundo, esse tá na lista de todo cinéfilo! Logo na primeira vez que assisti The Dreamers amei o moço e agora essa minha paixão voltou! Minha meta do resto do ano é devorar a filmografia dele.

Ele é filho de um diretor e de uma atriz francesa, isso explica o talento nato dele! Começou fazendo os filmes do pai e logo chegou no sucesso com The Dreamers. Depois ele se tornoui (e é até hoje) um sex symbol do cinema francês.

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Os três filmes mais conhecidos dele e que eu indico: o já citado The Dreamers, Dans Paris Les Chansons d’amour. Esse último é um musical, aí vemos que além de ser um charme e bom ator ele canta muito bem! Ah, e ele também já dirigiu alguns curtas!

Já apaixonaram? Eu tô em uma overdose dele ultimamente! Pra nossa infelicidade ele é casado com a irmã mais velha da Carla Bruni, que é 19 anos mais velha que ele! E pasmem: ele tem 30 anos!

Louis Garrel Portrait Session - The 64th Festival del Film di Locarno

Sobre o cinema francês: Eu nunca parei pra ficar assistindo e correndo atrás, mas o Louis Garrel e um amigo que ama me iniciaram nessa vida e eu estou apaixonada pelos filmes! Qualquer hora rola de fazer um post especial sobre esse cinema por aqui.

Mais SENSUAL do que FOFO, né?

Enfim, ele tem esse charme que só os franceses conseguem ter e faz ficarmos vidrados nele com esse ar de misterioso (Já sacaram que eu sou apaixonada por atores com cara de misteriosos, né?). Se alguém já assistiu mais algum filme dele e quiser indicar nos comentários, vou adorar! Assistam os três filmes dele que eu indiquei, não irão se arrepender.

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Pra fechar com chave de ouro, vai um pouquinho dele cantando em Les Chansons d’amour! Au revoir!

PS: Como de costume no cinema francês, os filmes citados acima são cheios de nudez e cenas de sexo,
portanto atenção à classificação indicativa!

Seriado: Friends with benefits

E aí galera! Vim fazer mais um post sobre uma série que eu descobri no Netflix e adorei! Friends with benefits (sim, é o mesmo nome do filme do Justin Timberlake e da Mila Kunis) é uma das séries summer season da NBC de 2011. A série conta a vida de um grupo de amigos, sendo que dois deles tem uma amizade colorida. Enquanto Ben e Sara procuram pela pessoa perfeita, eles se beneficiam, se é que vocês me entendem! Os dois colocam defeitos em todos os encontros que têm e a série vai girando em torno dessa relação deles com os amigos! Além do “casal” principal, no grupo de amigos tem a Riley, a colega de quarto da Sara, que é bem doidinha, o Aaron, um milionário nerd que não leva jeito nenhum com mulheres (eu apaixonei nele gente!) e o Fitz, que mora com o Aaron.

Fitz, Ben, Sara, Riley e Aaron.
Fitz, Ben, Sara, Riley e Aaron.

Agora vamos à minha opinião: A série é divertidíssima, me peguei gargalhando várias vezes e é super fofa também! A notícia triste é que ela só tem uma temporada de 13 episódios. Não consegui descobrir porque a NBC só fez uma temporada, mas acho que é pelo fato dela ser uma summer season mesmo. Mais uma coisa que logo que eu comecei a assistir já percebi e depois que fui pesquisar sobre a série na internet, todo mundo fala também: Ela tenta bastante se parecer com Friends. Não sei se é proposital, ou pelo fato de ser o mesmo produtor, ou pela onda de grupo de amigos. O próprio grupo de amigos tem um “Central Perk”, que no caso é um bar, aonde eles sempre se encontram. É naquele estilo de ter o casal principal e girar em torno do relacionamento deles e dos melhores amigos. Mais uma coisa igual e interessante: Todos os títulos dos episódios começam com The Benefit of…, assim como em Friends era The one with the… 

Ben e Sara
Ben e Sara

Não acho que seja uma cópia fajuta porque a série tem o mesmo produtor e é do mesmo estilo de Friends. Ela consegue nos divertir assim como Friends também faz. Óbvio que não da pra comparar, tanto que Friends with benefits não vingou e ficou só nesta primeira temporada mesmo. Mas mesmo assim, dá pra passar um tempo legal. Eu assisti os 13 episódios em um dia só, são bem tranquilos de meia horinha só e você vai ficando bem curiosa pra ver as novas histórias e ver o que vai acontecer. Ah! E a série é do mesmo criador daquela Arrested Development, que ta todo mundo falando bastante agora!

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Pra quem quiser assistir, a temporada toda está disponível no Netflix (recomendo assinar, pra mim vale muito a pena! E quem não quiser assinar, dá pra fazer o cadastro lá e ter um mês grátis, depois é só cancelar!). Também tem no Séries Free, mas lá é só até o episódio 11! Recomendo muito pra passar um tempo bom. Adoro esses temas que são engraçados e românticos! Fica aí a dica! Depois comentem o que acharam da série!

Filme do dia: Anna Karenina

Vim fazer meu primeiro post no blog indicando um filme que me apaixonei! Para os amantes de cinema, história, literatura e  teatro, acharam o filme que faz a combinação perfeita dos quatro!

Anna Karenina, do diretor Joe Wright (vocês conhecem ele do filme Orgulho e Preconceito), é uma adaptação do livro do Tolstói, de mesmo nome. O filme, lançado ano passado, se ambienta na alta sociedade russa do século 19. Anna Karenina, interpretada pela Keira Kinghtley, vive na alta sociedade russa, casada com Alexei Karenin, interpretado pelo (chame!) Jude Law. Quando viaja para a casa de seu irmão, conhece o conde Vronsky, feito pelo ator Aaron Johnson, que merece uma atenção especial nesse post. Os dois se envolvem e aí começa a trama de paixões e adultério da personagem principal.

A história já é muito conhecida graças ao romance do Tolstói. Ainda não tive a oportunidade de ler o livro, mas o filme não peca no desenvolver da história que já conhecemos. O que se destaca acima da história porém é a produção do filme e a maneira que ela é contada. Aí que se interessam os apaixonados por teatro. O desenrolar da história e as cenas são todas feitas de maneira teatral, com atuações, gestos, danças, deslocamento dos cenários, figurinos e linguagem características do mesmo. Foi o que mais me fascinou no filme. O diretor consegue casar cinema e teatro de forma esplendorosa! Eu me apaixonei! Se o romance e a história toda nos envolve, imagina com a montagem e o figurino impecáveis? O diretor consegue transformar o filme em uma obra de arte em todos os aspectos!

Mais um aspecto (e que aspecto!) do filme que faz a gente se apaixonar. Esse aspecto tem nome e sobrenome: Aaron Johnson.

Conde Vronsky
Conde Vronsky

Ele faz o Conde Vronsky, que vive a paixão adúltera da Anna Karenina. Lindo de morrer, charmoso e conde! Quem não quer? Brincadeiras a parte, a atuação dele é fantástica e é um dos grandes destaques do filme interpretando o ar misterioso do Conde Vronsky. Apesar de não gostar muito da Keira Knightley, não dá pra negar que as cenas dos dois ficaram impecáveis e deu muito certo.

Bom, para os apaixonados pela sétima arte, esse filme é indispensável. Este ano, a obra ganhou o Oscar de melhor figurino, muito justamente e foi indicado para Melhor Fotografia, Melhor trilha sonora original (que também é muito fantástica!) e Melhor direção de arte, que eu até hoje não acredito que perdeu para Lincoln. Indico para todos, menos para as crianças, pois tem umas cenas meio fortinhas, rs! Anna Karenina consegue juntar todos os aspectos fascinantes na arte e criar um longa com uma história linda, que nos envolve e nos emociona .

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